era essa a hora do dia onde não se abre a pergunta. o documentário de ontem fez o olhar se estender até o chão. sobre a mesa a gestalt do objeto parecia tão infortunada quanto os honorários de um contador frente aos últimos dias a declarar o fatídico imposto. as horas cobram o comprometimento deixado noite passada. as calotas polares, amiúde, repetem os dizeres sobre o fim antes que o conceito de simplicidade esbarre ao ouvido. e faltam tantas horas para partir…
mas ainda que nos levem as águas, os idiotas hão de pensar o desastre: de um lado os pobre a boiar o sono, do outro os ricos a sorver as últimas unidades de mais puro ar encontrado em freeshops. se nada restar será apenas uma questão familiar, nada mais.