arranhei seu corpo com os galhos que se desprendem dos braços. a todo dia eles reascendem o desejo do toque até que se percam pelas ruas em branco. as ruas estão tomadas pelas memórias que se movimentam em velocidade arbitrária, os prédios comunicam as marcas que carregam os cabelos em relevo. o fluxo segue antes, a mente irrompe os bueiros e desvia o sentido
pelas pernas como um viaduto a estender a profusão dos encontros, derrubar normas e fluxos mentais de um não devir, retardo aleatório de intenção, ou mesmo configurar o jornal para notícas apenas sobre o desnecessário.
April 26th, 2008 § 0